Galeria de ex-diretores

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Nesta página você conhecerá um pouco da biografia de cada um dos diretores da Escola de Música desde sua fundação em 1848. Durante o Império foram quatro diretores, sendo que apenas o primeiro, Francisco Manoel da Silva, foi músico de destaque. Seus sucessores, Thomas Gomes dos Santos, Antonio Nicolau Tolentino e Ernesto Gomes Maia, foram os diretores da Imperial Academia de Belas Artes, da qual o Conservatório de Música passou a fazer parte a partir de 1855. Com a República o Conservatório deu lugar ao Instituto Nacional de Música, que tornou-se um organismo de instrução musical superior independente e subordinado diretamento ao Ministério da Justiça e Negócios Interiores. 

A partir de então apenas músicos ocuparam o posto de diretor. O primeiro deles foi Leopoldo Miguez. Posteriormente o INM incorporou-se ao sistema universitário na pioneira Universidade do Rio de Janerio. Em seguida transformou-se na Escola Nacional de Música da Universidade do Brasil, atual Escola de Música da UFRJ. O mandato mais longo foi o de Joanídia Sodré, diretora por vinte anos. O mandato mais curto foi o de Maria Célia Machado, pouco mais de cinco meses como diretora pró-tempore, seguido de Luciano Gallet, com apenas dez meses. O único diretor em dois diferentes períodos foi Alberto Nepomuceno, com mandatos entre 1902 e 1903 e de 1906 a 1916. Foram até os dias de hoje 26 diretores, em sua maioria compositores e pianistas.