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Início Concertos UFRJ Concertos UFRJ: Cenas de Ballet
Concertos UFRJ: Cenas de Ballet PDF Imprimir E-mail
Em seu primeiro programa de 2011 Concertos UFRJ abordará a música para ballet apresentando uma seleção de trechos de alguns dos grandes clássicos da dança.
Escrito por SeTCOM   
Dom, 02 de Janeiro de 2011 21:00

 

podcast

Ouça aqui o programa: 

Toda segunda-feira, às 22h, tem "Concertos UFRJ" na Roquette Pinto FM. Sintonize 94,1 ou acompanhe pela internet!

Programas anteriores podem ser encontrados na seção Concertos UFRJ.

Um passeio pela música de ballet é a proposta da vigésima-terceira edição de Concertos UFRJ, que foi veiculada em três de janeiro e abre a temporada 2011 do programa radiofônico. Apresentado por André Cardoso, docente e diretor da Escola de Música, a iniciativa é resultado de uma parceria da UFRJ com a Roquette Pinto e vai ao ar toda segunda-feira, às 22h, na sintonia 94,1 FM.

 

O ballet surge na Itália no final do século XV, durante o Renascimento, como divertimento da nobreza: uma forma de espetáculo em que música, pantomimas e danças se misturavam. Mas foi ao migrar para a França, em um processo que levou décadas, que ganhou vocabulário próprio e alcançou a padronização dos passos que, no essencial, perdura até hoje.

 

Concertos UFRJ propõem uma seleção de trechos de três obras que são, inegavelmente, grandes clássicos da dança de todos os tempos. A primeira delas é Giselle, ballet em dois atos que representa o arquétipo do romantismo francês e que foi ao palco pela primeira vez em 1841. Com música de Adolphe Charles Adam (1803-1856), libreto do poeta Théophile Gautier (1811-1872), escrito a partir de argumento de Jules-Henri Vernoy de Saint-Georges (1799-1875), a peça conta a lenda da camponesa Giselle que se mata, ao se descobrir enganada pelo príncipe Albrecht, por quem se apaixonara. O segundo ato passa diante da tumba da camponesa, local guardado pelas willis, fantasmas das noivas que faleceram antes do casamento e que enfeitiçam os que se aproximam obrigando-os a dançar à exaustão. É o que acontece com o nobre arrependido. Giselle, porém, luta para sustentá-lo até que a aurora quebre o encanto. Aos primeiros raios de sol, desaparece para sempre, ao mesmo tempo em que a vida do amado é preservada.

 

O papel de Giselle é um dos mais cobiçados e difíceis, já que exige tanto perfeição técnica como graça e lirismo. Um tour de force para toda bailarina desde que a famosa Carlotta Grisi (1819-1899) o encarnou pela primeira vez. No entanto, a obra saiu do repertório até que foi remontada em 1910 por Serguei Diaguilev (1872-1929), fundador dos Ballets Russes - importante companhia que encantou plateias na Europa e na América, projetou diversos dançarinos e coreógrafos e, em larga medida, redefiniu a dança na virada do século XIX para o XX. Desde então, Giselle vem merecendo sucessivas montagens.

 

Aos Ballets Russes devemos também a segunda obra - Les sylphides - abordada no programa. Montado pela primeira vez em 1909, em Paris, para a companhia de Diaguilev, o ballet se baseia em peças do compositor polonês Frédéric Chopin (1810-1849), que foram orquestradas por Alexander Glazunov (1865-1936) e coreografadas por Mikhail Fokine (1880-1942). A estreia contou com figurinos, cenários e iluminação de Alexandre Benoi (1870-1960).

 

Os interpretes principais foram, na ocasião, nada menos que Anna Pavlova (1881-1931), Tamara Karsavina (1885-1978) e Vaslav Nijinski (1889-1950). Um marco na história da dança, o primeiro ballet abstrato e, no qual, Fokine introduziu técnicas inovadoras. Em Les Sylphides não há propriamente uma narrativa, mas a ação se desenvolve em uma floresta onde um jovem sonhador dança cercado pelas sílfides, criaturas fabulosas que se materializam no ar.

 

Ao contrário de Giselle e Les sylphides, criações intensamente dramáticas, Coppélia (ou Fille aux yeux d'émail) é um ballet cômico em dois atos e três quadros de Arthur Saint-Léon (1821-1870), sobre libreto de Charles Nuitter (1828-1899), música de Léo Delibes (1836-1891), e inspirado em um conto de Hoffmann (1876-1822).  Foi encenado pela primeira vez na Ópera de Paris, em 1870, tendo Giuseppina Bozzacchi no papel principal.

 

A ação transcorre em uma aldeia da Cracóvia, na Polónia, e todos se preparam para o casamento Franz com Swanilda, a jovem mais bonita do lugar. Ali vive também o Doutor Coppelius, um misterioso fabricante de brinquedos. O noivo se encanta por uma jovem que, toda tarde, aparece lendo sentada à varanda superior da casa de Coppelius, o que provoca ciúmes de Swanilda e leva a uma deliciosa série de confusões. Os enganos se desfazem, porém, e se descobre que a jovem é, na verdade, a boneca Coppélia, criada com perfeição pelo fabricante de brinquedos. A peça termina alegremente com a celebração do casamento de Swanilda e Franz.

 

As edições de Concertos UFRJ são resultado de uma parceria da UFRJ com a Roquette Pinto e vai ao ar toda segunda-feira, às 22h, na sintonia 94,1 FM. As edições podem ser acompanhadas on line ou por meio do podcast (áudio sob demanda) da emissora. Contatos através do endereço eletrônico:  Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

 

Programação de Janeiro

 

 

Programa 23 – Dia 3 de janeiro – Cenas de ballet

 

Em seu primeiro programa de 2011 Concertos UFRJ abordará a música para ballet apresentando uma seleção de trechos de alguns dos grandes clássicos da dança.

 

  1. Adolphe ADAM (1803-1856) – Grande Pas de Deux de Gisele e Albrecht e final do segundo ato do ballet “Gisele” com solo de viola de Alec Taylor, a Orquestra Sinfônica de Londres e a regência de Michael Tilson Thomas.
  2. CHOPIN / GLAZUNOV – Integral do ballet “Les Sylphides” na versão de Roy Douglas com a Orquestra Filarmônica de Roterdam e a regência de David Zinman.
  3. Leo DELIBES (1831-1891) – Abertura e Valsa do primeiro ato e Pas de Deux e final do terceiro ato do ballet “Coppelia” com solo de viola de John Brearley, a Orquestra do Royal Opera House de Londres e a regência de Mark Elmer.

 

Programa 24 – Dia 10 de janeiro – Grandes mestres da Escola de Música III: César Guerra-Peixe.

 

Série que dedica um programa por mês a um antigo mestre da Escola de Música. O terceiro programa será dedicado a César Guerra-Peixe (1914-1993)  compositor petropolitano que juntou música de concerto e música popular numa obra de personalidade que o alçou à posição de um dos grandes nomes do nacionalismo musical brasileiro.

 

  1. Suíte para orquestra de cordas (1949) com a Orquestra Sinfônica Nacional e a regência de Guido Mansuino. Movimentos: Maracatú, Pregão, Modinha e Frevo.
  2. Ponteado (1955) com a Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual de Londrina e a regência de Norton Morozowicz.
  3. Cânticos Serranos no. 4 (1976) sobre textos do poeta Raul de Leoni (“Prudência” e “Vivendo”) na interpretação do barítono Inácio de Nonno e da pianista Laís Figueiró.
  4. Série Xavante para coro a capella (1972) com o Madrigal Renascentista e a direção de Afrânio Lacerda.
  5. Concertino para violino e orquestra de câmara (1972) com o violinista Ricardo Amado, a Orquestra Experimental da Universidade Federal de Ouro Preto e a regência de Silvio Viegas.
  6. Roda de Amigos (1979) com Curt Schroeter (flauta), Martin Schuring (oboé), José Botelho (clarineta) e Aloysio Fagerlande (fagote), a Orquestra do 16o. Festival de Música de Londrina e a regência de Norton Morozowicz.
 

Programa 25 – Dia 17 de janeiro – A quatro mãos

 

Programa dedicado ao repertório para piano a quatro mãos, formação camerística que ganhou impulso na segunda metade do século XVIII e que se firmou durante o século XIX a partir do desenvolvimento técnico e aumento na extensão do instrumento.

 

  1. Franz SCHUBERT (1797-1828) – Fantasia em Fá menor D. 940 com o Duo Kontarsky, formado pelos irmãos Alfons e Aloys Kontarsky.
  2. Gabriel FAURÉE (1845-1924) – Suite Dolly op. 56, em seis pequenos movimentos, com o Duo formado por Celina Szrvinsk e Miguel Rosselini.
  3. Maurice RAVEL (1876-1946) – Suite “Ma Mère l'oye” (Mamãe Ganso)  em cinco movimentos (“Pavana da Bela Adormecida”; “O pequeno Polegar”; “A Imperatriz dos pagodes”; “Conversas entre a Bela e a Fera” e “Jardim Feérico”) com o Duo Celina Szrvinsk e Miguel Rosselini.
  4. Ronaldo MIRANDA (1948) – “Tango” com o Duo Bretas/Kevorkian formado pelas pianistas Patrícia Bretas e Josiane Kevorkian.

 

Programa 26 – Dia 24 de janeiro – Música de Câmara

 

A música de câmara é um dos gêneros mais importantes na música de concerto e requer do músico que a pratica, além do amplo domínio de seu instrumento, uma interação completa com os demais integrantes do conjunto, seja um duo até as formações camerísticas mais numerosas. Apresentaremos em Concertos UFRJ todo mês obras de câmara para as mais variadas formações, desde as tradicionais como os duos e trios com piano, quarteto de cordas, quinteto de sopros, entre outros, até as formações menos usuais com as mais variadas combinações instrumentais.

 

  1. Joseph HAYDN (1732-1809) – Trio em sol maior “Cigano” para violino, violoncelo e piano H. XV no 25 com o Trio Beaux Arts.
  2. Heitor VILLA-LOBOS (1887-1959) – Sexteto Místico com Antônio Carlos Carrasqueira na flauta, Luis Carlos Justi no oboé, Dilson Florêncio no saxofone, Cristina Braga na harpa, Maria Teresa Madeira na celesta e Turíbio Santos no violão.
  3. José VIEIRA BRANDÃO (1911-2002) – Duo para oboé e violoncelo com James Ryon (oboé) e Regina Mushabac (violoncelo).
  4. Francis POULENC (1899-1963) – Sexteto para piano, flauta, oboé, clarineta, fagote e trompa com Pascal Roge (piano), Patrick Galois (flauta), Maurice Bourgue (oboé), Michael Portal (clarineta), Amaury Wallez (fagote) e André Cazalet (trompa).

 

Programa 27 – Dia 31 de janeiro – Ópera “Dido e Enéas”

 

A partir de janeiro apresentaremos na última segunda-feira de cada mês uma ópera. Serão apresentados óperas integrais ou eventualmente trechos selecionados com as árias e conjuntos mais importantes. Abriremos a série com a ópera barroca “Dido e Enéas” do compositor inglês Henry PURCELL (1659-1695). A versão será dos seguintes intérpretes: Ann Murray no papel de Dido, Anton Schartinger como Enéas, Rachel Yakar como Belinda, Trundeliese Schmidt como Feiticeira, Elisabeth von Magnus e Helrun Gardow como as Bruxas, Paul Esswood como Espírito, Josef Köstlinger como Marinheiro, o Coro Arnold Schoenberg dirigido por Erwin Ortner, o Concentus Musicus de Viena e a regência de Nikolaus Harnoncourt.


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Última atualização em Seg, 14 de Maio de 2012 19:15
 
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