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Início Escola de Música na Imprensa Circuito de Ópera gratuito chega a Campo Grande e Dourados
Circuito de Ópera gratuito chega a Campo Grande e Dourados PDF Imprimir E-mail
Veículo: MS Notícias   
Dom, 31 de Outubro de 2010
Leia aqui matéria publicada no portal GazetaDigital, potal MS Notícias, Mato Grosso do Sul, 1 novembro de 2010, sobre  temporada da ópera Domitíla, de J. G. Ripper. A montagem conta com a participação de estudantes, funcionários e docentes da Escola de Música da UFRJ.

 

Circuito de Ópera gratuito chega a Campo Grande e Dourados

 

domitila02

 

Domitila, a ópera de Câmara do compositor João Guilherme Ripper, está circulando pelo Sul e Centro-Oeste do Brasil, através do Prêmio FUNARTE de Música Clássica 2010. Depois de percorrer Porto Alegre-RS, Joinville-SC e Cuiabá-MT, o concerto cênico chega a Campo Grande nesta segunda-feira, 1º de novembro.

 

A apresentação gratuita acontece às 20h30 no Teatro Glauce Rocha, localizado no Campus da UFMS. Na quarta-feira, 3 de novembro, o concerto vai a Dourados, às 20h no Teatro Municipal.

 

Serviço: Informações sobre a ópera em Campo Grande pelo telefone 9991-8523. Não é necessário retirar ingressos com antecedência. Outras informações pelo site da Funarte http://www.funarte.gov.br/portal/2010/10/26/domitila-opera-sobre-um-historico-amor-proibido/

 

Ópera

 

A soprano Maíra Lautert, a pianista Priscila Bomfim, o clarinetista Thiago Tavares e o Violoncelista Mateus Ceccato se unem, sob direção cênica de Luiz Kleber Queiroz, para apresentar ao público o último dia da Marquesa de Santos na côrte – o dia em que ela escreve sua última carta ao imperador e amante Pedro I.

 

Injunções na Casa dos Bragança impuseram ao jovem imperador e viúvo uma nova esposa, mas não a que ele desejava e sim outra escolhida, D. Amélia, de estirpe real. Num trabalho de intensa dramaturgia, Ripper traz à tona a emoção de Domitila, que relembra os momentos em que viveu ao lado de D. Pedro, lendo as cartas que recebeu de seu amado.

 

Em sua primeira montagem, em 2000, Domitila, recebeu o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte. Foi escrita em março de 2000 por encomenda do Centro Cultural Banco do Brasil para o espetáculo Palavras Brasileiras. Depois disso foi apresentada, com diferentes montagens, em São Paulo , Paquetá, Curitiba e Petrópolis. A ópera possui aproximadamente 55 minutos de duração.

 

O Compositor


Nascido no Rio de Janeiro, João Guilherme Ripper graduou-se e cursou mestrado em composição e regência na Universidade Federal do Rio de Janeiro, com doutorado nos Estados Unidos. Também foi professor em universidades americanas. De volta ao Brasil em 1998, passou a atuar com importantes orquestras brasileiras. Membro da Academia Brasileira de Música, Ripper é atualmente diretor da Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro.

 

Maíra Lautert, soprano

 

Primeiro lugar no VII Concurso Nacional Villa-Lobos (Vitória - ES) e terceiro lugar no VII Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão (Belém – PA), a soprano gaúcha Maíra Lautert, fez sua formação vocal com Laura de Souza (Brasil - Alemanha). Atualmente, está sob orientação do barítono Homero Velho (RJ). Participou de workshops e masterclasses com Sandro Cristopher (Brasil), Anette Küttembaum (Alemanha), Eduardo Álvares (Brasil), Sherryl Milnes (EUA), Alexandra Lubchansky (Rússia), Mitsuko Shirai (Japão), Ricardo Ballestero (Brasil), Priscila Bomfim (Brasil), Eduardo Janho-Abumrad (Brasil), Lício Bruno (Brasil), Peter Dauelsberg (Alemanha – Brasil), Karin Uzun (Brasil) e Andreas Hérm Baumgartner (Alemanha).

 

Entre suas principais apresentações, destacam-se o concerto frente à Orquestra do Theatro São Pedro (RS), interpretando árias e duetos de óperas de Mozart; O "Oratório de Natal" de Camille Saint-Saëns junto à Orquestra da Unisinos (RS); e a participação no recital do clarinetista americano Gary Dranch, onde interpretou a peça "Der Hirt auf dem Felsen" de Schubert no Foyer do Teatro São Pedro (RS). Gravou e participou de concertos do 'Oratório de São João Batista' do compositor gaúcho Léo Schneider.

 

Fez sua estréia em ópera junto ao Instituto de Cultura Musical da PUCRS, onde foi a Segunda Dama na ópera 'A Flauta Mágica', de Mozart. Participou do III Festival de Música

 

Contemporânea de Porto Alegre cantando "Folk Songs" de Luciano Berio e integrou o grupo Ópera de Bolso de Porto Alegre, sob a direção de Luiz Paulo Vasconcellos.

 

Na cidade do Rio de Janeiro fez parte do elenco de "A Noviça Rebelde" durante 9 meses de temporada, sob a direção de Cláudio Botelho e Charles Moeller. Em agosto último, foi "Lucy" na ópera "O Telefone" de Menotti, em comemoração ao aniversário da Escola de Música da UFRJ e no ano seguinte no Projeto ópera no Bolso da Prefeitura do Rio de Janeiro.

 

Em 2009 esteve em Milão (Itália) aperfeiçoando-se com a professora de canto Sra. Rita Patanè. Em dezembro de 2010 atuou na ópera "Der Zwerg" de Alexander Zemlinsky, junto à Orquestra Sinfônica Petrobrás sob regência de Isaac Karabtchevsky.

 

Thiago Tavares, clarinete


Natural de Niterói, começou a estudar clarineta aos 13 anos, em 1994, na Banda do Colégio São Vicente de Paulo. No mesmo ano, iniciou seus estudos com Cristiano Alves, com quem mais tarde concluiu o curso de bacharelado em clarineta pela UFRJ. Cursou até o oitavo período do curso técnico da UFRJ sob orientação de José Freitas.

 

Aos 17 anos, começou a fazer participações junto à OSB e, com 18 anos, passou em concurso para primeira clarineta da OSB-Jovem, orquestra com a qual se apresentou como solista na Sala Cecília Meireles. Em 2003, aos 22 anos, passou a integrar o naipe da OSB, tocando clarineta, requinta e clarone. Atuou como primeiro clarinetista da OSB de 2005 a 2007.

 

Obteve os seguintes prêmios: Jovens Solistas Nelson Freire, Jovens Solistas Armando Prazeres, Concurso Furnas Geração Musical, Concurso Jovem Solistas da Orquestra Sinfônica da Bahia, Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre e, por duas vezes, Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFRJ. Através de cursos no Brasil e no exterior pode se aperfeiçoar com os seguintes músicos: José Botelho, José Carlos de Castro, Charles Neidch, Henri Bok, Edmilson Nery, Alex Klein, entre outros.

 

Integra o Quarteto Experimental, grupo que desenvolve um trabalho de incentivo à música contemporânea para quarteto de clarinetas e seus congêneres, com o qual se destacam as apresentações na Bienal de 2007 e abertura do Panorama da Música Brasileira Atual da UFRJ de 2008. Participou de gravações com Maria Bethânia, Francis e Olívia Hime, Zeca Pagodinho, Roberto Carlos entre outros. Na música de câmara, já se apresentou em locais como Salão Dourado da UFRJ, Conservatório Brasileiro de Música, Espaço cultural do IBAM, IBEU, FINEP, ABL, Justiça Federal, Rádio MEC, Modern Sound, Cine Arte UFF, entre outros.

 

Priscila Bomfim, piano

 

Priscila Bomfim nasceu em Braga, Portugal, onde começou seus estudos musicais e foi premiada em seu primeiro concurso de piano, aos nove anos de idade.

No Brasil, continuou seus estudos com os professores Mary Benaion, Luis Henrique Senise e Miriam Grossman na UFRJ, onde concluiu o bacharelado e atualmente cursa regência.

 

Aperfeiçoou seus estudos em Festivais no Brasil e nos Estados Unidos, e representou o Brasil no Chile, em 2000, no Zicosur Musical. Foi premiada em diversos concursos de piano e música de câmara, a exemplo do V Concurso Nacional de Cordas Pró-Música de Juiz de Fora e do IV Concurso Nacional de Música de Câmara Henrique Nirenberg.

 

É pianista efetiva do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, atuando na preparação do Coro e solistas das temporadas de ópera, bem como em montagens líricas e outros projetos deste Theatro e da Prefeitura do Rio de Janeiro, como o projeto "Ópera no Bolso". Destacam-se, também, suas participações em Bienais e Panoramas de música contemporânea.

 

Desenvolve intenso trabalho como camerista e pianista correpetidora, tendo já se apresentado em importantes Salas de Concerto do país, e realizado gravações para a TVE e Rádio MEC. Trabalhou ao lado dos maestros Daisuke Soga, Eph Ehly, Isaac Karabtchevsky, Karl Martin, Moshe Atzmon, Roberto Duarte, Roberto Minczuk, Roberto Tibiriçá, e outros.

 

Integra o Grupo Camerístico do Rio de Janeiro e ocupa o cargo de professora substituta de Transposição e Acompanhamento na UFRJ. Além disso, participa como pianista junto às grandes orquestras sinfônicas do Rio de Janeiro.

 

Mateus Ceccato

 

Atualmente com 27 anos de idade, foi aluno de David Chew na maior parte dos seus estudos ao violoncelo. Iniciou neste instrumento aos onze anos, e logo se destacou em importantes festivais e encontros como as Oficinas de Música de Curitiba, o FeMúsica e o Rio International Cello Encounter, ainda participado ativamente deste último. No ano de 2000 recebeu Menção Honrosa e Prêmio Revelação Categoria 30 anos no 4º Concurso Nacional de Música IBEU/RJ 2000, atuando como solista à frente da Orquestra Sinfônica Brasileira. Em 2001, mudou-se para os Estados Unidos onde cursou, por meio de uma bolsa integral concursada, parte do bacharelado em violoncelo na Texas Christian University, estudando com Brinton Smith e Jeffrey Zeigler, obtendo nota máxima em todas as matérias e a posição de spalla das orquestras sinfônica e de câmara da universidade. Durante esse período recebeu o segundo lugar - por duas vezes consecutivas - nos concursos para solista com a TCU Symphony Orchestra, e quatro convites formais para ingressar na "American Society of Scholars", como resultado de seu desempenho geral durante todo o curso. Completou seu bacharelado em violoncelo na UniRio em 2005. Foi integrante do Quarteto Uirapuru e do Quarteto Bosisio. Atualmente é membro da Orquestra Petrobrás Sinfônica, e da Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFRJ, na qual ingressou em 2009 por meio de concurso público, recebendo o primeiro lugar na prova prática. Apresenta-se freqüentemente nos palcos do Rio de Janeiro e de outros estados, realizando recitais com piano e também integrando outros grupos de música de câmara.

 

01/11/2010 - 10:09

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