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Orquestra Sinfônica da UFRJ (OSUFRJ)

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Orquestra Juvenil

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Violões da UFRJ

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Orquestra de Sopros

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Composição PDF Imprimir E-mail

O Departamento de Composição congrega os docentes das áreas de Criação e Teoria Musicais, englobando setores como o de Composição, Harmonia e Análise, Contraponto, Prática de Baixo Contínuo e Música Eletroacústica. Oferece disciplinas obrigatórias para todas as habilitações do bacharelado e para o curso de licenciatura. Os programas das disciplinas oferecidas pelo Departamento de Composição estão disponíveis aqui e o ementário aqui.

 

Na pós-graduação está presente na área de Processos Criativos, tanto na linha de pesquisa "Poéticas da Criação Musical" como na linha "As Práticas Interpretativas e seus Processos Reflexivos".

 

Chefia

 

Atualmente o professor Liduino Pitombeira é chefe do Departamento e o professor Alexandre Schubert, o substituto eventual da Chefia.

 

Atas das reuniões do departamento
14 de setembro de 2017 Sessão extraordinária
05 de setembro de 2017 Sessão ordinária
07 de agosto de 2017 Sessão ordinária
07 de julho de 2017 Sessão ordinária
08 de junho de 2017 Sessão ordinária
10 de maio de 2017 Sessão ordinária
11 de abril de 2017 Sessão ordinária
13 de março de 1017 Sessão ordinária
12 de dezembro de 2016 Sessão ordinária
11 de novembro de 2016 Sessão ordinária
14 de outubro de 2016 Sessão ordinária
19 de setembro de 2016 Sessão extraordinária
08 de setembro de 2016 Sessão ordinária
01 de agosto de 2016 Sessão extraordinária
12 de julho de 2016 Sessão ordinária
13 de junho de 2016 Sessão ordinária
13 de maio de 2016 Sessão ordinária
14 de abril de 2016 Sessão ordinária
08 de março de 2016 Sessão ordinária
29 de fevereiro de 2016 Sessão ordinária
27 de janeiro de 2016 Sessão ordinária

 

Docentes

 

Alexandre Schubert (Assistente - Harmonia e Análise)

 

Mestre e Bacharel em Composição pela Escola de Música da UFRJ, teve como principais professores: Marisa Rezende, Henrique Morelembaum e Murilo Santos. Em 2002, obteve o primeiro lugar no Concurso Nacional de Composição Lindembergue Cardoso com a obra Microconcerto, para piano, percussão e orquestra de câmara. Em 2001, obteve também o primeiro lugar no Concurso FUNARTE de Composição da XIV Bienal de Música Brasileira Contemporânea, com as obras ...das esferas, para quinteto de metais e Sobre o Infinito, para ator, soprano, barítono e conjunto misto, e o segundo lugar com a obra Tocata, para harpa. No Concurso Sinfonia para Mário Covas, em 2001, promovido pelo Governo do Estado do Pará e a Secretaria de Cultura de São Paulo, recebeu o segundo lugar com a obra In Memoriam, para soprano, coro e orquestra. Recebeu Menção Honrosa no Concurso "Sinfonia dos 500 Anos" (1999/2000), com Sinfonia Festiva e no III Concurso de Composição para Contrabaixo (2000), com Salmico Apócrifo de Betsaida, para soprano, contrabaixo e piano. É participante ativo de eventos como Bienais de Música Brasileira Contemporânea (RJ), Panoramas da Música Brasileira Atual (RJ), Festival Música Nova de Santos e São Paulo (SP), Mostra de Música Contemporânea de Ouro Preto (MG), Música Brasileira do Século Passado (RJ). Teve a obra Em Si gravada pelo Grupo Música Nova, lançado em CD pelo selo Tons e Sons. Em 2009 escrevu em parceria com Silvio Barbato a ópera "Chagas" estreada no Palácio das Artes em Belo Horizonte pela Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e regência de André Cardoso. É também professor da Escola de Música Villa-Lobos, onde participa do Núcleo de Música Contemporânea.

 

Antonio Jose Jardim e Castro (Composição)

 

Carlos Almada (Adjunto - Harmonia e Análise)

 

Carlos Almada graduou-se em engenharia mecânica em 1980 e logo tomou um rumo bem diferente, iniciando-se em estudos musicais: violão, flauta, saxofone, até se interessar pela área da composição e do arranjo. Estudou harmonia funcional com Sérgio Benevenuto, contraponto e arranjo com Blás Rivera, percepção com Antônio Carlos Monjardim, formais com Marlene Fernandez e orquestração com Nelson de Macedo. Como arranjador, fez recentemente os arranjos de cordas para os discos dos cantores Maria Eugênia, Fernanda Abreu e Cláudio Lins, e todos os arranjos da "orquestra" de samba antigo Tio Samba. Como compositor, recebeu inúmeros prêmios e menções honrosas. Como escritor, escreveu em co-autoria com Flávio Henrique Medeiros uma coleção de livros de estudos sobre a música brasileira para a editora americana Mel Bay Publications. Seus últimos trabalhos foram "Arranjo" e "Harmonia Funcional" ambos lançados pela editora UNICAMP.

 

Eduardo Biato (Assistente – Contraponto)


Natural do Rio de Janeiro (1960) é formado pela Escola de Música da UFRJ em Composição e Órgão, tendo obtido o prêmio "Medalha de Ouro". Na mesma instituição defendeu dissertação sobre obra para órgão de Arnold Shoenberg, obtendo grau de mestre, sendo orientado por Gertrud Mersiovsky. Como organista realizou diversos recitais no Brasil, Argentina, Uruguai e Chile. Criou e é produtor da série "Órgão Sauer" na Escola de Música. Como compositor tem apresentado suas obras em importantes séries de concertos, destacando-se a Bienal de Música Brasileira Contemporânea e o Panorama da Música Brasileira Atual.

 

Geraldo Magela Gouveia (Assistente - Harmonia funcional)

 

Pianista e compositor, iniciou seus estudos em sua cidade natal, Mar de Espanha (MG), completando-os mais tarde na Escola de Música da UFRJ, onde graduou-se em Regência e Composição. Sua produção inclui diversas composições para orquestra, piano e canto como também diversas transcrições e arranjos para Banda e conjuntos instrumentais. Está em fase de conclusão de seu doutorado na Uni-Rio. Professor de Harmonia e Análise do Departamento de Composição é também titular da cadeira número 7 da Academia de Artes do Rio de Janeiro.

 

João Guilherme Ripper (Adjunto - Composição)

 

Nasceu no Rio de Janeiro em 1959. Graduou-se e cursou Mestrado em composição na Escola de Música da UFRJ, onde estudou com Henrique Morelenbaum, Ronaldo Miranda e Roberto Duarte. Cursou Doutorado na The Catholic University of América, em Washington D.C., sob orientação do violinista e compositor Helmut Braunlich (composição) e da musicóloga Emma Garmendia (música latino americana). Realizou estudos adicionais em regência orquestral com o maestro Guillermo Scarabino em Mendoza e Buenos Aires, na Argentina.
Foi professor e coordenador do Curso de Música da Universidade Estácio de Sá. Nos EUA, foi Professor Assistente da classe de Orquestração na The Catholic University of America e Professor do Programa de Música do Sistema Público de Educação de Montgomery County, Maryland. Fundou a Associação de Compositores de Montgomery County, entidade que congrega compositores que residem naquela região. Desde 1988, é professor de Composição, Harmonia e Análise Musical da Escola de Música da UFRJ da qual já foi Coordenador do Programa de Pós-Graduação e Diretor de 1999 a 2003.
Em 2004, foi nomeado Diretor da Sala Cecília Meireles, cargo que ocupa atualmente.
Como regente, dirigiu diversas orquestras como Orquestra Sinfônica Nacional, Orquestra Sinfônica de Brasília, Orquestra da Rádio Cultura de SP, Orquestra Sinfônica da Universidade de Cuyo (Arg.) e Orquestra Sinfônica da UFRJ. Fundou e dirigiu a Orquestra de Câmara do Pantanal, em Mato Grosso do Sul. Foi responsável pela criação de temporadas regulares de concertos nesse estado, além de dirigir concertos didáticos e populares.
Suas obras têm sido tocadas nas principais salas de concerto do Brasil e exterior. Destacam-se as diversas apresentações de "Brasiliana", escrita em 1996 para conjunto de sopros, em nosso país e nos EUA. Em 1999, a partir de uma encomenda da Orquestra Sinfônica de Akron (Ohio), escreveu "Abertura Concertante" estreada em março de 2000, em um concerto dedicado aos 500 anos do Brasil. Também em 2000, escreveu e estreou sua ópera "Domitila", baseada na correspondência amorosa entre D. Pedro I e a Marquesa de Santos. Também desse ano é sua cantata "Peabiru", para solistas, coro, dois pianos e percussão. Em julho de 2003, Ripper estreou a ópera "Anjo Negro" no Centro Cultural Banco do Brasil de SP, escrita sobre o texto homônimo de Nelson Rodrigues. Nesse mesmo ano, estreou em São Paulo o "Ciclo Portinari": uma série de oito canções para soprano e mezzo soprano sobre poemas do pintor. Outras obras recentes: "Psalmus" (2002) para orquestra Sinfônica; "Magnificat" (2004) para solistas, coro e orquestra de câmara, escrita para os 30 anos da Camerata Antiqua de Curitiba; "Ciclo Pierrot - Seis Canções de Carnaval" (2005) sobre poemas de Manuel Bandeira, para barítono e piano; "Cervantinas" (2005) para mezzo soprano e banda sinfônica, encomendada pela Banda Sinfônica do Estado de São Paulo.
Recebeu o prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) em 2000, pela ópera "Domitila". Em dezembro de 2005, a Revista Bravo, em sua 100a edição, selecionou a ópera "Anjo Negro" como uma das 100 melhores produções musicais realizadas no Brasil, nos últimos oito anos.
É membro da Academia Brasileira de Música, onde ocupa a cadeira número 30, cujo patrono é Alberto Nepomuceno.

 

Liduíno Pitombeira (Associado - Composição)

Liduino Pitombeira (Brasil, 1962) é professor de composição da Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Suas obras têm sido executadas pelo Quinteto de Sopros da Filarmônica de Berlim, Louisiana Sinfonietta, Red Stick Saxophone Quartet, New York University New Music Trio, Orquestra Sinfônica do Espírito Santo, Poznan Philharmonic Orchestra (Polônia), Duo Barrenechea, The Alexander-Soares Duo, Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo, The Chicago Philharmonic e Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP). Tem recebido diversas premiações em concursos de composição no Brasil e nos Estados Unidos, incluindo o 1º prêmio no Concurso Camargo Guarnieri de 1998 e o 1º prêmio no concurso "Sinfonia dos 500 Anos". Recebeu também o prêmio 2003 MTNA-Shepherd Distinguished Composer of the Year Award por seu trio com piano "Brazilian Landscapes No.1". Mais três obras de sua série Brazilian Landscapes (Nº 2, Nº 6 e Nº 9) foram premiadas nos Estados Unidos. Pitombeira recebeu seu PhD em composição pela Louisiana State University (EUA), onde estudou com Dinos Constantinides. É membro da Society of Composers Inc., da Associação de Pesquisa e Pós-Graduação em Música (ANPPOM) e da College Music Society. Tem publicado diversos artigos científicos sobre composição e teoria e desenvolvido pesquisa como membro do grupo MusMat da UFRJ. Suas peças são publicadas pela Peters, Bella Musica, Criadores do Brasil (OSESP), Conners, Alry, RioArte e Irmãos Vitale. Gravações de suas obras estão disponíveis nos selos Magni, Summit, Centaur, Antes, Filarmonika, Blue Griffin e Bis.

 

Marcelo Fagerlande (Adjunto – Prática de Baixo Contínuo)


Marco Pereira (Adjunto – Harmonia) 

Marcos Vinício Nogueira (Adjunto - Composição)

 

Paulo Roberto Peloso (Associado – Harmonia e Análise)


Pauxy Gentil-Nunes Filho (Adjunto – Composição)

 

Nascido em 1963 no Rio de Janeiro. Estudos preliminares de flauta com Lenir Siqueira. Graduação em instrumento (flauta) pela UFRJ em 1985, com Celso Woltzenlogel. Aperfeiçoamento com Norton Morozowicz e Matthias Ziegler. Produção e divulgação de música brasileira. Primeiro CD solo lançado em 1998, dedicado ao repertório de música brasileira para flauta e piano (Notas Brasileiras - Tons e Sons – UFRJ). Estudos preliminares de composição com Chistopher Bochmann e Michel Phillipot. Mestre em Composição pela UFRJ em 1993, orientado por Marisa Resende. Doutor em Linguagem e Estruturação Musical pela UNIRIO em 2009, orientado por Carole Gubernikoff. Obras executadas e gravadas no Brasil e no exterior. Intensa atividade criativa desde 1983, ano de sua primeira participação na Bienal de Música Brasileira Contemporânea. Professor de Harmonia, Análise e Composição na Escola de Música da UFRJ desde 1993.

 

Roberto Macedo Ribeiro (Assistente -Contraponto)

 

Nascido em 1959 possui graduação em Regência e mestrado em Composição pela Escola de Música da UFRJ, defendendo dissertação sobre os quartetos de cordas de Villa-Lobos. Como compositor tem obtido sucesso em diversos concursos. Foi finalista do Concurso Nacional de Composição do IBEU/RJ com a peça "Intermitências" (2002) para violino, viola, violoncelo e piano. Obteve o terceiro lugar no Concurso Nacional de Composição Camargo Guarnieri, promovido pela Orquestra Sinfônica da USP, em 2007, e o primeiro lugar no Concurso Nacional de Composição da UFMG, em 2004. Em 2007 teve sua obra para cordas "In Extremis Ad Extremum" estreada pela Orquestra Sinfônica da UFRJ durante a Bienal de Música Brasileira Contemporânea promovida pela FUNARTE e realizada na Sala Cecília Meireles em 2007.


Rodolfo Caesar (Adjunto – Música Eletroacústica)

Rodrigo Cicchelli Velloso (Associado – Música Eletroacústica)

 

Yahn Wagner (Assistente - Composição)

 
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