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Início Concertos UFRJ Concertos UFRJ: Centenário de nascimento de Benjamin Britten
Concertos UFRJ: Centenário de nascimento de Benjamin Britten PDF Imprimir E-mail
Escrito por SeTCOM   
Seg, 17 de Junho de 2013 00:00

Resultado de uma parceria da Escola de Música com a rádio Roquette Pinto, Concertos UFRJ comemoram esta semana o centenário de nascimento de Benjamin Britten, um dos maiores compositores ingleses de todos os tempos. No programa, apresentado e produzido pelo professor e maestro André Cardoso, um passeio por sua obra que, ainda que pouco numerosa, marcou a música do séc. XX.

 

podcast

Ouça aqui o programa: 

Toda segunda-feira, às 22h, tem "Concertos UFRJ" na Roquette Pinto FM. Sintonize 94,1 ou acompanhe pela internet!

Programas anteriores podem ser encontrados na seção Concertos UFRJ.

Compositor, regente, violista e pianista Edward Benjamin Britten nasceu no ano de 1913, em Lowestoft, condado de Suffolk, e cedo dedicou-se à música influenciado por seus pais. Estudou composição com Frank Bridge, que o apresentou ao universo sonoro da Segunda Escola de Viena, e mais tarde com John Ireland, já no Royal College of Music, em Londres.

 

Britten começou a compor jovem. Sua Simple Symphony, escrita aos 20 anos, mas a partir do reaproveitamento de temas melódicos da juventude, dá conta da originalidade e valor desses primeiros ensaios.

 

Em meados da década de 1930 passou a trabalhar para o cinema e a rádio. Sua música ganhou, então, fisionomia própria, baseada numa síntese pessoal de diversas tendências: desde a vocalidade de Monteverdi até a obsessão formal e expressiva de Alban Berg, passando por Puccini, Musorgski, Stravinsky, Mahler e Purcell. Nesta mesma época conhece também o tenor Peter Pears, com quem estabelece uma relação amorosa que, enfretando os preconceitos sociais, durará até o final da vida.

 

A estreia em 1941 da Requiem Symphony define um ponto de viragem na sua carreira. Foi quando o maestro Serge Koussevitzky o convidou a escrever a ópera Peter Grimes. O trabalho foi um marco na história da ópera britânica, pelas ambivalência da personagem principal, um herói marginal e socialmente desajustado. Britten conseguiu levar o público a sentir, ao mesmo tempo, atração e repulsa por Grimes.

 

The Rape of Lucretia, Billy Budd, The Turn of the Screw, A Midsummer Night's e Death in Venice são alguns dos títulos que o tornaram um dos mais aclamados criadores do gênero. Nessas obras, Britten aborda temas complexos como os enfrentamentos do indivíduo com a sociedade e a perda da inocência, que são constantes da sua produção.

 

O cultivo da ópera não o impediu de se destacar em outros gêneros, especialmente na música vocal, com obras como Les illuminations, a Serenata para Tenor, Trompa e Cordas ou o monumental War Requiem. Britten foi também um excelente regente. Suas gravações, tanto de sua própria música como do repertório tradicional, colheram excelentes críticas.

 

Esteticamente, porém, foi um criador conservador, com algumas poucas incursões em experiências de vanguardas como dodecafonismo. Sua produção é, essencialmente, tonal e seu sucesso decorre, em larga medida, do lirismo e do humor de suas harmonias, além de um certo ecletismo com que enfrenta as demandas de cada trabalho.

 

O compositor faleceu em 1976, pouco depois de completar 63 anos.


* * *

 

Resultado de um convênio da UFRJ com a Roquette Pinto, o programa radiofônico Concertos UFRJ vai ao ar toda segunda-feira, às 22h, na sintonia 94.1 FM. Apresentado pelo professor André Cardoso, as edições passadas podem ser acompanhadas no podcast, audio sob demanda, da Roquette Pinto. Contatos através do endereço eletrônico: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

 

 

Repertório da edição


Simple Symphony, com a Orquestra de Câmara Norueguesa, Iona Brown. Movimentos:I. Boisterous Bourrée - Bourrée Turbulenta; II. Playful Pizzicato - Pizzicato Brincalhão; III. Sentimental Saraband - Sarabanda Sentimental; e IV. Frolicsome Finale - Finale Travesso

 

Serenata para tenor, trompa e orquestra de cordas. Op. 31. Ciclo de canções sobre texto de diferentes poetas ingleses. Canções: Pastoral e Noturno. Com o tenor Robert Tear, o trompista Dale Clevenger e a Orquestra Sinfônica de Chicago conduzida por Carlo Maria Giulini.

 

Matinées musicales, Op. 24, escrita a partir de temas de Rossini. Movimentos: I. Marcha, II. Noturno; III. Valsa; IV. Pantomima e V. Moto Perpétuo. Interpretação da National Philharmonic Orchestra, sob a regência de Richard Bonynge.

 

Quatro Interlúdios Marítimos, da ópera Peter Grimes. Maestro André Previn a frente da Orquestra Sinfônica de Londres.

 

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Última atualização em Qua, 19 de Junho de 2013 12:59
 
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