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Início Escola de Música na Imprensa Prédio da Escola de Música da UFRJ tem problemas de conservação
Prédio da Escola de Música da UFRJ tem problemas de conservação PDF Imprimir E-mail
Veículo: Jornal O Globo   
Sáb, 02 de Fevereiro de 2013

Matéria publicada na edição impressa do dia 02 de fevereiro de 2013 de O Globo e reproduzida com modificações site do mesmo jornal sobre as condições do prédio da Escola de Música.

 

Prédio da Escola de Música da UFRJ tem problemas de conservação


Tombado pelo município, edifício na Lapa abriga o curso há 100 anos

Diretor afirma que não há riscos e que licitação para reforma geral da escola já está em andamento


ANA LUCIA VALINHO COM A LEITORA CLAUDIA USAI GOMES

 

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Por trás do palco, o flagrante do mau estado de conservação da Escola de Música da UFRJ. Foto da leitora Claudia Usai Gomes / Eu-Repórter

RIO - Tombado pela prefeitura do Rio de Janeiro, o prédio que há 100 anos abriga a Escola de Música da UFRJ apresenta diversos problemas de conservação que, na última semana, culminaram com a queda de um ornamento de gesso do teto do terceiro andar do bloco que abriga salas de aula. Localizada na Rua do Passeio, 98, na Lapa, a Escola de Música oferece, além das aulas de graduação e pós-graduação, cursos para crianças e apresentações abertas ao público.

 

A aluna da instituição Claudia Usai Gomes conta que, ao voltar do recesso de fim de ano, encontrou um corredor interditado por causa de um bloco que caíra durante as festas. Além disso, infiltrações são visíveis em salas de aula, na cantina e no Salão Leopoldo Miguez, onde acontecem apresentações.

 

— A cantina tem uma infiltração enorme, a água escorre o tempo todo e chega a pingar na nossa cabeça. O lodo na parede tem um cheiro muito forte. É insalubre comer ali. A parte atrás do palco do salão também está em estado crítico. Um quadro de luz fica aberto, cheio de fios do lado de fora. Além do risco de curto, alguém pode tomar um choque, principalmente as crianças que têm aula de musicalização ali — alerta Claudia. — A escada é frágil, alguns degraus do piso de mármore estão bambos e, ao olhar por baixo, dá para ver que já estão estragados.

 

Claudia conta ainda que o único elevador também apresenta problemas, e é comum frequentadores do prédio ficarem presos na cabine. Por isso, muitas vezes, as pessoas optam por subir e descer a pé os três andares do prédio.

 

Preocupados com a situação do prédio e com sua segurança, os alunos discutem a questão no Facebook, onde reúnem fotos que mostram o estado do local. Professores oferecem suas próprias casas para dar aula por não querer correr riscos, conta a musicista.

 

O diretor da Escola de Música, André Cardoso, confirma que o ornamento de gesso do teto do terceiro andar caiu no início da semana passada, por causa das chuvas no período. Segundo ele, a primeira providência tomada foi interditar o local para evitar a circulação de pessoas e, em seguida, informar o departamento de prédios históricos da universidade, que acionou empresas de engenharia para ir ao local analisar seu estado e fazer orçamentos para o conserto.

 

Segundo Cardoso, as aulas foram remanejadas para outras salas da escola sem que ninguém tivesse prejuízos. Se algum professor está dando aulas em outro local, afirma o diretor, é uma iniciativa própria, pois a atitude seria desnecessária. Cardoso nega que haja perigo para os frequentadores da escola:

 

— A situação do prédio não oferece riscos, as pessoas estão alarmadas à toa. A questão é que as pessoas falam muito das coisas sem conhecimento de causa. O prédio é tombado e por isso a manutenção é muito mais complicada: precisamos de autorização para tudo, tudo é mais lento. Não tem a ver com descaso ou incompetência — afirma Cardoso, ressaltando que o elevador, quando passa por problemas, é desligado até a visita de técnicos autorizados, para evitar acidentes. — É um elevador velho, daqueles dos filmes de 1910. É difícil conseguir as peças para um elevador tão antigo e por isso às vezes ele fica parado. Prefiro que reclamem que não está funcionando do que ter alguém machucado.

 

Segundo ele, a Escola de Música está em processo de reforma seguindo os trâmites legais para prédios históricos tombados — os serviços incluem manutenção desde a fachada e o telhado até a cisterna. O parecer favorável a uma reforma completa da escola já foi aprovado, e o próximo passo é concluir o orçamento da obra geral. Ele ressalta que a licitação não pode ser particionada e que todos os serviços serão executados de uma só vez, pois é preciso agir de acordo com as normas para edificações históricas.

 

— Insisto nesse ponto: o que está errado e precisa mudar é a lei que rege os prédios tombados. Ela deve ser modificada de modo que as coisas possam ser resolvidas em uma velocidade que atenda à expectativa das pessoas. Podem reclamar de mim, mas vou obedecer a lei — afirma o diretor.

 

— A direção da escola afirma que nenhum dano estrutural ocorreu, mas os fragmentos que se soltam o tempo todo já são o suficiente para cair na cabeça de alguém e causar sérios danos. A gente sempre acha que não vai acontecer nada e, de repente, acontece. Será que precisamos nos machucar ou, quem sabe, numa hipótese bem pior, morrer, para prestarem atenção à manutenção desse prédio histórico onde temos aulas pensando em nossos futuros? — questiona Claudia.

 

Resposta da Escola de Música

 

A respeito da matéria a direção da Escola de Música emitiu, em nota, as seguintes considerações.

 

A reportagem mostra foto, de autoria da aluna Cláudia Usai Gomes, do passadiço que liga a coxia do palco do Salão Leopoldo Miguez à Sala 21 do prédio de aulas. No local ficava o motor do órgão Tamburini e que foi retirado em 2012. Hoje não é utilizado por ninguém, a não ser eventualmente como passagem para o palco. Não é, assim, uma imagem adequada para representar o estado de conservação do prédio da Escola de Música.

 

A entrevista do diretor foi dada pelo telefone e partes do texto da jornalista estão incorretas ou imprecisas. Sobre mudanças na legislação ele não mencionou lei específica para prédios tombados, mas sim a Lei 8.666/93 que institui normas para licitações e contratos da administração pública.

 

Ninguém, seja aluno, funcionário, docente ou visitante se machucou. A iniciativa de interditar o terceiro andar e a entrada do prédio foi do diretor da Escola de Música, exatamente para evitar qualquer acidente.

 

O último parágrafo não é também correto. O prédio não está com nenhum dano estrutural. Os eventuais riscos seriam por conta do desprendimento de elementos ornamentais, mas foram eliminados com as providências tomadas na segunda-feira, dia 28 de janeiro. 

O diretor, informa ainda que não autorizou nenhum professor a dar aulas em casa. A direção da Escola disponibilizou salas para todos aqueles que utilizavam o terceiro andar.

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Última atualização em Dom, 03 de Fevereiro de 2013 12:16
 
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