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Início Escola de Música na Imprensa Orquestra Acadêmica da Unesp lança CD no Rio de Janeiro
Orquestra Acadêmica da Unesp lança CD no Rio de Janeiro PDF Imprimir E-mail
Veículo: Portal da Unesp   
Qua, 15 de Agosto de 2012

Matéria publicada no Portlal da Unesp, em 15/08/2012, sobre lançamento de CD da orquestra daquela universidade em apresentação na Escola de Música

 

Orquestra Acadêmica da Unesp lança CD no Rio de Janeiro


Manuscritos gravados integram acervo da Escola de Música da UFRJ


A Orquestra Acadêmica da Unesp se apresenta no dia 17 (sexta), às 19h, na Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro, encerrando o Simpósio Internacional de Musicologia. O grupo, dirigido pelo maestro Lutero Rodrigues, professor do Instituto de Artes (IA) da Unesp, fará lançamento do CD ‘A orquestra de cordas no romantismo brasileiro’.

 

O repertório do CD traz obras que foram gravadas a partir de manuscritos musicais que pertencem à biblioteca da Escola. Além disso, a maioria das obras foi composta naquela cidade. Rodrigues, na ocasião, lançará também o livro ‘Carlos Gomes: um tema em questão’, lançado pela Editora Unesp, que aborda o compositor campineiro, que foi aluno da Escola.

 

Sobre o CD


Resultado de mais de dois anos de pesquisas de Rodrigues, o CD resgata peças do repertório romântico brasileiro nunca gravadas ou editadas. “Mesmo entre os músicos, essas composições ainda são pouquíssimo conhecidas”, afirma o pesquisador.

 

O CD, realizado com apoio da Pró-reitoria de Extensão Universitária (Proex), foi lançado originalmente dia 15 de dezembro, durante reunião do Conselho Universitário, na Reitoria da Unesp, em São Paulo. Um novo lançamento, aberto à comunidade, ocorrera no IA, dia 22 de agosto, às 19h.

 

O disco traz treze músicas de seis compositores, todos grandes nomes do Romantismo: Carlos Gomes (1836-1896), Alexandre Levy (1864-1892), Henrique Oswald (1852-1931), Alberto Nepomuceno (1864-1920), Francisco Braga (1868-1945) e Leopoldo Miguez (1850-1902). “Mas o carro-chefe é mesmo Carlos Gomes”, considera Rodrigues, que no trabalho de pesquisa foi auxiliado por colegas da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Unicamp.

 

O ineditismo das músicas selecionadas para o CD se deve, de acordo com o maestro, ao fato de que eram raras as composições destinadas às orquestras de cordas no período enfocado. “Nossos músicos só passaram a compor essas peças depois de terem vivido períodos na Europa, onde esse formato era bastante comum”.

 

Orquestra Acadêmica


Mantida pela Proex por meio de bolsas, a Orquestra Acadêmica da Unesp recrutou para o Cd treze de seus integrantes – todos alunos do IA. “Somos das poucas universidades brasileiras que mantêm um laboratório para o curso de Regência resultante da integração deste curso com o de Música”, diz Rodrigues.

 

Quem quiser receber o CD, distribuido gratuitamente, deve declarar seu interesse para Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. . Após uma distribuição para órgãos públicos de fomento à cultura, se houver CDs disponíveis, haverá o envio de exemplares para os internautas cadastrados.

 

O livro


Carlos Gomes - Um tema em questão: a ótica modernista e a visão de Mário de Andrade (Editora Unesp; 332 páginas; R$ 49), evidencia como o compositor nascido em Campinas ainda constitui um enigma para os pesquisadores brasileiros. Mais importante autor de óperas do país, o músico obteve destaque na Europa, mas foi visto com muita ressalva, principalmente pelos artistas ligados ao modernismo e à Semana de 1922, devido aos elementos italianos do seu trabalho.

 

Rodrigues verifica como o músico nascido em Campinas era um ícone da arte no século XIX no Brasil até a modernismo. Por volta de 1922, no bojo de um pensamento que buscava combater seus antecessores, o músico se tornou um alvo fácil, pois atacá-lo significava ser contrário a todo um passado cultural vinculado a modelos europeus. Essa tensão, porém, que prejudica a imagem do compositor até hoje, foi aplacada ao longo do tempo pelo menos por um nome do movimento: o romancista Mário de Andrade (1893 – 1945).

 

O autor de Macunaíma diversas vezes se refere ao criador da música O Guarani. Embora nunca tenha escrito, como o escritor Oswald de Andrade (1890 – 1954), que “Carlos Gomes é horrível”, colocou-se contra ele na célebre publicação modernista Klaxon. Posteriormente, entretanto, passou a aceitá-lo cada vez mais, encontrando em sua música indícios de brasilidade, afastando-se do grupo modernista, cada vez mais dividido por diferentes tendências políticas.

 

A ida de Carlos Gomes para a Itália foi um dos motivos de controvérsias entre os modernistas. De fato, essa sua característica de cidadão dividido ainda é uma questão não totalmente resolvida pela crítica especializada.

 

O trabalho de Rodrigues nesse aspecto mostra como ter sucesso fora do Brasil sem perder laços com o país de origem deu ao compositor uma condição intermediária que, para ele, não o impede se ser visto como herói nacional. Rodrigues lançará ainda o livro, em Belém (PA), no dia 25 de setembro, quando fará uma palestra.

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