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Início Escola de Música na Imprensa De Euclides a Verdi e Wagner
De Euclides a Verdi e Wagner PDF Imprimir E-mail
Veículo: O Estado de São Paulo   
Qua, 18 de Abril de 2012

Matéria de O Estado de São Paulo (18/04/2012) com André Heller, diretor de cena e docente da Escola de Música.

 

estadodesaopaulo-2012-04-18a

estadodesaopaulo-2012-04-18b

 

DE EUCLIDES A VERDI E WAGNER


André Heller dirige ópera sobre o autor de Os Sertões e prepara produção do Anel do Nibelungo.


Roberta Pennafort /RIO

 

São mais de 30 espetáculos encenados, uma carreira internacional de dez anos, passagens pelos palcos mais nobres do mundo (Metropolitan, em Nova York, Royal Opera House, em Londres, San Francisco Opera), prêmios, uma coleção de críticas positivas e uma agenda 2012 que começou com Rigoletto, de Verdi, no Teatro Avenida, de Buenos Aires, sexta passada, e se estende até o Municipal de São Paulo, que em agosto estreia O Crepúsculo dos Deuses, de Wagner.

De formação teatral, e considerado arrojado, mas sem afetação, o diretor carioca André Heller-Lopes é um militante da ópera. Embora esteja vivendo de novo no Leblon, onde cresceu, depois de um período baseado em Londres e em Lisboa, ainda se sente mais à vontade trabalhando em países onde “a ópera não é uma arte exótica”.

“No Brasil, nós, profissionais da ópera, e da música clássica em geral, somos um pouco Ovnis, pouco conhecidos do grande público e do poder”, diz Heller, por e-mail. "Mas não tinha mais sentido, em meio á crise europeia e ao florescimento do Brasil, ficar colocando azeitona na empada alheia. O conhecimento que acumulei nos últimos anos é muito incomum aqui e adoro a ideia de formar cantores ou mesmo futuros diretores de ópera”.

 

A temporada de Rigoletto, cujos cenários ele assinou, Ihe exigiu um mês e meio na capital argentina. Termina no sábado, mesmo dia em que estreia no Rio sua montagem de Piedade, encomendada a João Guilherme Ripper pela Petrobrás Sinfônica. Trata-se de um concerto cênico (portanto, com poucos elementos como cenário, mas com figurinos de época e projeções ) baseado na trágica morte do escritor Euclides da Cunha, em 1909, que será realizado no Vivo Rio –  fechado desde janeiro, por conta do desabamento de prédios vizinhos, o Municipal só reabre no mês que vem.

Heller segue então para o Festival Amazonas de Opera, com Nabucco, outro Verdi, este já levado a Belo Horizonte no ano passado. A encenação será em praça pública. Em julho, na Escola de Música da UFRJ, da qual é professor há 16 anos, dirige mais um espetáculo gratuito: CosÍ Fan Tutte, de Mozart. Para no mês seguinte chegar a Wagner. Será o desafio do ano, mas que já vem chancelado pelo sucesso de sua montagem anterior, no mesmo palco, de A Valquíria – considerada pela critica “brasileira e universal”.

 

“Sou o primeiro brasileiro a dirigir essa ópera, A Valquíria, e, em breve, todo ciclo do Anel do Nibelungo, estreado nos anos 1870”, resume a responsabilidade. “Não me interessava fazer o que todos já fizeram. Queria aproximar o mito nórdico dos nossos mitos, e com isso discutir um pouco o que é o brasileiro. Se no segundo ato da Valquíria tínhamos uma sala de ex-votos, era porque nenhum lugar me pareceu mais fantástico para um deus em crise se refugiar do que um lugar onde as paredes estão recobertas de reafirmações de seu poder”.

No Brasil, o Teatro Municipal de São Paulo – onde, ano que vem, montará Sonho de Uma Noite de Verão , em homenagem ao centenário de Benjamin Britten –, é mais sua casa do que o do Rio. O primeiro programou li óperas para este ano o segundo, só 3.

 

“Fico com vontade de ver grandes montagens no palco do Municipal do Rio, com cenário de verdade, figurinos e, acima de tudo, ideias. Enquanto esse momento não chega, vou buscando outros lugares no Rio para fazer ópera. Praia, porto, por que não?”

 

Chamadas da Matéria:


“EU ME SINTO À VONTADE TRABALHANDO EM PAÍSES ONDE A ÓPERA NÃO É UMA ARTE EXÓTICA”

 

“NO BRASIL, NÓS PROFISSIONAIS DA ÓPERA SOMOS UM POUCO ÓVNIS, POUCO CONHECIDOS DO PÚBLICO E DO PODER”


Foto:


Créditos: Divulgação.
Legenda: Em Buenos Aires. Encenador carioca acaba de estrear, na semana passada, produção do Rigoletto, de Verdi, no Teatro Avenida.

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Última atualização em Qua, 18 de Abril de 2012 20:40
 
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