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No palco, o fagote PDF Imprimir E-mail
Veículo: Correio Popular de Campinas   
Sáb, 26 de Novembro de 2011

Matéria publicada, na edição de 26 de novembro de 2011, no Correio Popular de Campinas, que entrevista André Cardoso, maestro e docente da Escola de Música, que regeria concerto  da sinfônica daquela cidade.

 

correiopopularcampinas-2011-11-26

 

No Palco, o fagote


/MÚSICA/ Peça de Mozart para o instrumento é destaque do programa deste fim de semana da Sinfônica de Campinas

Delma Medeiros

DA AGENCIA ANHANGUERA

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Guerra-Peixe, Dvorák e Mozart, com destaque para o solo de fagote de Fábio Cury, integram o programa do concerto oficial que a Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas (OSMC) apresenta este fim de semana, sob a batuta do maestro carioca André Cardoso.

 

Repertório inclui obras de Guerra-Peixe e Antonín Dvorák

 

A apresentação traz um instrumento diferente e um solista popular no cenário erudito. "Temos no programa um compositor brasileiro, uma peça para destacar a orquestra e um solista, numa peça sinfônica indispensável para fagotistas", explica o maestro, citando que "Fábio Cury é um dos grandes fagotistas brasileiros, dos mais conhecidos na atualidade.

 

"O programa começa com a peça Sugestões de Coral e Dança, de César Guerra-Peixe, com sua brasilidade sempre presente. "Ele compôs esta peça em 1972, para a Orquestra Sinfônica da Guanabara, que não existe mais. Sua música tem uma característica muito brasileira na harmonia e no ritmo", avalia Cardoso. Na sequência, a Sinfonia no 8, de Antonín Dvorák, uma grande obra sinfônica e peça-chave no repertório de grandes orquestras.

 

Fechando o programa, o Concerto para Fagote, de Wofgang Amadeus Mozart, com o solo de Cury. O concerto de Mozart para fagote foi escrito em 1774 na sua cidade natal, Salzburgo, num período anterior às viagens de estudos e experimentos que realizou pela Europa. Esse foi seu primeiro concerto para instrumento de sopro e acredita-se que tenha escrito outros três para fagote, mas que nunca foram localizados.

 

Guerra-Peixe foi um dos fundadores do Grupo Música Viva, que deixou em 1949, quando fez uma viagem a Recife e assistiu à diversas apresentações folclóricas. O compositor ficou tão impressionado com o maracatu que decidiu abandonar o dodecafonismo e se voltar para o nacionalismo musical. Sugestões de Coral e Dança pertence à fase nacionalista do compositor.

 

A Sinfonia no 8, de Dvorák estreou em 1890 sob a regência do compositor. Uma das características da obra é a tonalidade de sol maior, pouco usual nas sinfonias românticas, e a alternância do modo maior e modo menor. Para o biógrafo de Dvorák, Kretschmar, a Sinfonia no 8 é um poema lírico que canta a beleza de seu pais, mais importante pelo seu espírito do que pela sua forma.

 

Esta é a primeira vez que Cardoso fica à frente da Sinfônica de Campinas, uma orquestra que conhece desde seus tempos de estudante de música. "Na época já ouvia falar da Sinfônica de Campinas como uma das grandes orquestras do País, a única deste porte fora das capitais", afirma o maestro, que tem vários LPs da OSMC. "Tenho os cinco concertos para piano de Villa-Lobos e gravações de peças de Carlos Gomes".

 

Descuido

 

Segundo Cardoso, Campinas tem uma tradição musical que remonta ao século 18, mas não cuida como deveria de seu patrimônio artístico. "Aqui é a terra de Carlos Gomes, o maior compositor brasileiro do século 19. Isso não é pouca coisa. A cidade deveria realizar anualmente um Festival Carlos Gomes com grandes produções, com óperas do compositor", avalia, frisando que falta à cidade um teatro que comporte essas encenações. "E absurdo Campinas não dispor desse espaço e montar ao menos três óperas de Carlos Gomes por ano." Cardoso conta que tem uma ligação forte com o maestro. Ele é diretor da Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde Carlos Gomes estudou antes de ir para a Europa. Cardoso também produziu o disco da Orquestra Sinfônica da UFRJ, com a peca Colombo, última ópera (ou poema sinfônico) composta por Carlos Gomes. “Acidade tem unia grande orquestra, um maestro com experiência em óperas (Victor Toro) e condições de produzir grandes espetáculos. Só falta mesmo um teatro com estrutura para a realização “, conclui.

 

LEGENDA:

O maestro André Cardoso, que rege a Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas hoje e amanhã, no Centro de Convivência; fagotista Fábio Cury será o solista.

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