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Don Quixote encerra temporada de sucesso PDF Imprimir E-mail
Escrito por Francisco Conte   
Dom, 19 de Junho de 2011 10:31

Com uma apreentação no Teatro D. Pedro, em Petrópolis, dia 16 de junho, em que o público mais uma vez aplaudiu de pé o espetáculo, se encerrou a temporada da primeira montagem brasileira da ópera Don Quixote nas Bodas de Comacho. Foram oito récitas, todas lotadas. Na UFRJ, cerca de 1.300 pessoas assistiram às quatro que aconteceram no Salão Leopoldo Miguez e, mais 600, a do auditório do Centro de Tecnologia da Cidade Universitária, dentre as quais o reitor eleito, Carlos Levi. O sucesso de público se repetiu nos palcos fora da universidade. No Trianon, de Campos, a plateia ultrapassou 650 espectadores; no Theatro Municipal de Niterói, mais de 400; e cerca de 500 no D. Pedro, em Petrópolis, incluindo duas centenas de estudantes da rede pública da cidade que, pela primeira vez, tiveram oportunidade de ver um espetáculo operístico.

 

Fotos: Eneraldo Carneiro e Paulo Ravizzini.
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Em cima, a estreia, no Leopoldo Miguez. Embaixo, apresentação no CT.

O registro fotográfico da montagem pode ser visto

na galeria de imagens do site.

Relevantes também os aspectos simbólicos. Don Quixote foi a primeira ópera que o público do Fundão pode assistir ao vivo; a primeira apresentada em quatro décadas no Trianon; e a primeira encenada no D. Pedro, em mais de 70 anos - casa, aliás, construída em 1933 por um aficionado do gênero.

 

É uma música "muito bonita, com ótimo trabalho de cantores, atores, figurino, cenário, tudo", definiu o professor Pablo Benetti, da Faculdade de Arquitetura de Urbanismo (FAU-UFRJ). "Rara oportunidade de assistir à encenação de uma ópera barroca", comenta Fernando Sathler, estudante de regência coral. "Um espetáculo magnífico", entusiasma-se o engenheiro Inácio Wagner Pereira dos Santos. A música é do alemão George Philipp Telemann e o libreto, de Daniel Schiebeler, foi baseado numa passagem do clássico de Miguel de Cervantes.

 

A produção, do projeto “Ópera na UFRJ”, reuniu alunos, professores e técnicos das Escolas de Música (EM), Comunicação (ECO), Belas Artes (EBA) e Educação Física e conta com participação de Coro e da Orquestra Sinfônica da Universidade. O acerto começou com a “escolha do título, muito apropriada”, feita pelo diretor da Escola de Música, maestro André Cardoso, assinala Marcelo Fagerlande, que respondeu pela direção musical e pela regência, professor de baixo contínuo e apaixonado pelo barroco. “Foi um trabalho em equipe, com envolvimento grande, de muita gente”, enfatiza. “Fiquei também contente com a participação de todos”, diz Eduardo Biato, diretor do Setor Artístico. A opinião é dividida com o professor José Henrique Moreira, da ECO, diretor cênico: “Passou dos 200 volts! Os garotos responderam à presença da plateia”, enfatiza,  satisfeito com o resultado.

 

Estudando a música desde março, quando foi realizada a audição para os solistas, com ensaios intensos a partir de abril, o elenco respirou aliviado: “Estava ansioso, mas fiquei muito feliz com a recepção do público e até surpreso comigo mesmo”, suspira o tenor André Cantanhede, o Basílio da história. “Não podia ter sido melhor!”, comemora o barítono Fernando Lourenço, o Don Quixote. “Foi eletrizante, ótimo!”, resume a mezzo-soprano Júlia Anjos, a pastora Crisóstoma. “Nunca tinha visto uma produção tão completa na Escola, muito legal também a participação da EBA, dos técnicos, de todos”, confirma Paola Soneguetti, a Quitéria. “Vamos nos aprimorar, agora com o importante elemento da reação da plateia”, lembra Leandro da Costa, o Sancho.

 

Muito elogiados pelo extremo bom gosto e acerto, cenografia e figurinos foram coordenados por Andrea Renck, Desiree Bastos e Madson Oliveira, docentes da EBA, e contaram com ativa participação dos alunos.

 

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Última atualização em Ter, 15 de Maio de 2012 12:44
 
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